Acreditou que este modelo de acção era mais adequado a criar a realidade sobre o qual o legislador se havia de debruçar para a regular devidamente. Assumiu uma atitude de “reivindicação passiva” ao reconhecimento da Osteopatia.
Quando o legislador considerou que tinha chegado o tempo adequado para legislar, prontificou-se a dar a conhecer o seu trabalho e as suas aspirações em termos de regulamentação.
Assim quando o Grupo Parlamentar Bloco de Esquerda teve iniciativa legislativa e apresentou um Projecto - Lei na Assembleia da República, a AROP deu o seu contributo e procurou junto dos demais grupos parlamentares, sensibilizar para a necessidade de regulamentação.
Com a aprovação na especialidade, todos os profissionais acreditaram que tinha chegado uma nova fase para a Osteopatia em Portugal.
Posteriormente, solicitada pelo Partido Socialista a pronunciar-se sobre um projecto que o Partido ia apresentar sobre a mesma matéria, a AROP, pese embora ter manifestado a sua preocupação por razões de tempo, prontificou-se a dar o seu contributo e enviou documento de análise ao projecto.
Desde essa data, dentro do seu modelo de filosofia de agir, não voltou a encontrar qualquer espaço para contribuir para a regulamentação da actividade a que os seus associados estão profissionalmente ligados.